São José dos Campos, 30 de Agosto de 2015

Relicário Padre Rodolfo


Localizado dentro do espaço físico da Paróquia Sagrada Família, o Museu e Relicário do Padre Rodolfo Komórek guarda desde 1983 os objetos pessoais do padre. No momento, o espaço está fechado para reforma, pois uma grande campanha mobiliza a comunidade paroquial para transformar o local num espaço mais adequado para receber os visitantes e peregrinos vindos de todas as partes do Brasil.

No dia 26 de fevereiro de 2015, numa cerimônia particular, com autoridades da Igreja e dos Salesianos e algumas poucas testemunhas, ocorreu o translado dos restos mortais de Pe. Rodolfo, do túmulo onde se encontrava para o novo local onde permanecerá na Capela.

Estiveram presentes nosso Bispo Diocesano, Dom César e também os bispos eméritos Dom Hilário Moser e Dom Fernando Legal e também nosso provincial Pe. Edson Castilho. Foi mais um momento de emoção por estar próximo de recordações tão ricas da vida deste grande santo salesiano. Após um momento de oração, fez-se então a abertura do túmulo e o translado dos restos mortais. 

Muitas graças continuam sendo manifestadas pela intercessão do Pe. Rodolfo e acreditamos que tão próximo recebamos essa tão esperada notícia da sua beatificação.

A TRAJETÓRIA DE PE. RODOLFO

Rodolfo Komórek nasceu em 11 de outubro de 1890 na cidade de Bielsko, na Polônia, e foi ordenado sacerdote diocesano em 1913. O padre chegou ao Brasil em 1924, após ter servido como capelão militar durante a 1ª Guerra Mundial. Por sua coragem e devoção, foi condecorado pelo governo austríaco e pela Cruz Vermelha.

Antes de chegar ao Vale do Paraíba, Padre Rodolfo trabalhou no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Na década de 1940 o padre foi para a congregação de São Fransisco de Sales, em Lavrinhas. Na mesma época, começaram os primeiros sintomas da tuberculose. Ele foi enviado para São José dos Campos porque a cidade era uma estância de tratamento.

Em São José, o padre foi examinado pelo médico Nelson D'Avila, que teria se surpreendido com a gravidade de sua doença e recomendado repouso absoluto. O médico teria dado a ele três meses de vida, mas ele viveu ainda nove anos.

Contrariando as ordens médicas, padre Rodolfo realizava todos os dias uma procissão particular pela cidade, oferecendo assistência aos doentes e realizando missas na capela do sanatório Vicentina Aranha. O padre teria realizado curas milagrosas e outros sinais, que acenderam a hipótese sobre sua santidade.

O Padre Rodolfo Komórek faleceu no dia 11 de dezembro de 1949, aos 58 anos de idade, em um quarto do sanatório Vicentina Aranha. O fato causou grande comoção popular e foi notícia em todo o Vale do Paraíba.

Logo após a morte de Rodolfo Komórek, os devotos do "Santo Padre", começaram a reunir evidências para o processo de beatificação, aberto na década de 1960.
Padre Rodolfo já alcançou o título de 'venerável', mas o processo de sua beatificação ainda está em andamento.

O Relicário de Padre Rodolfo Komórek reúne um acervo que conta com as roupas, fotos, livros, documentos e até a radiografia do pulmão tuberculoso do padre considerado santo.

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Museu e Relicário do Padre Rodolfo Komórek. Rua Padre Rodolfo, 28, Vila Ema.

ABAIXO, O PROJETO DO FUTURO RELICÁRIO


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